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Praia de Cupe-Pernambuco-Brasil
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Resumida História do Brasil
Data da descoberta: 22/04/1500.
Descobridor: Pedro Álvares Cabral.
Nomes do Brasil: Terra de Vera Cruz, Terra de Santa Cruz e finalmente Brasil.
O por quê do nome Brasil: Devido a existência, no território, de uma madeira chamada pau-brasil. Madeira de cor vermelha usada em tinturaria na Europa, e que deu o nome à terra.

A partir de 1530, tem início a colonização efetiva, com a expedição de Martim Afonso de Sousa, cujos efeitos foram o melhor reconhecimento da terra, a introdução do cultivo da cana-de-açúcar e a criação dos primeiros engenhos, instalados na recém-fundada cidade de São Vicente, no litoral de São Paulo, que no século 16 chegou a ter treze engenhos de açúcar. A economia açucareira, entretanto, vai se concentrar no Nordeste, principalmente em Pernambuco. Estava baseada no tripé latifúndio--monocultura--escravidão. A cana-de-açúcar, no Nordeste, era cultivada e beneficiada em grandes propriedades, que empregavam mão-de-obra dos negros africanos trazidos como escravos, e destinava-se à exportação.
Política e administrativamente a colônia estava subordinada à metrópole portuguesa, que, para mais facilmente ocupá-la, adotou, em 1534, o sistema de capitanias hereditárias. Consistia na doação de terras pelo rei de Portugal a particulares, que se comprometiam a explorá-las e povoá-las. Apenas duas capitanias prosperaram: São Vicente e Pernambuco. As capitanias hereditárias somente foram extintas em meados do século 18.
Em 1548, a Coroa portuguesa instituiu o governo geral, para melhor controlar a administração da colônia. O governador-geral Tomé de Sousa possuía extensos poderes, e administrava em nome do rei a capitania da Bahia, cuja sede, Salvador -- primeira cidade fundada no Brasil, foi também sede do governo geral até 1763, quando a capital da colônia foi transferida para o Rio de Janeiro. A administração local era exercida pelas câmaras municipais, para as quais eram eleitos os colonos ricos, chamados “homens bons”.
O papel da Igreja Católica era da mais alta importância. A ela cabiam tarefas administrativas, a assistência social, o ensino e a catequese dos indígenas. Dentre as diversas ordens religiosas, destacaram-se os jesuítas.
Invasões estrangeiras. Durante o período colonial, o Brasil foi alvo de várias incursões estrangeiras, sobretudo de franceses, ingleses e holandeses. Os franceses chegaram a fundar, em 1555, uma colônia, a França Antártica, na ilha de Villegaignon, na baía de Guanabara. Somente foram expulsos em 1567, em combate do qual participou Estácio de Sá, fundador da cidade do Rio de Janeiro (1565). Mais tarde, entre 1612 e 1615, novamente os franceses tentaram estabelecer uma colônia no Brasil, desta vez no Maranhão, chamada França Equinocial.
Os holandeses, em busca do domínio da produção do açúcar (do qual eram os distribuidores na Europa), invadiram a Bahia, em 1624, sendo expulsos no ano seguinte. Em 1630, uma nova invasão holandesa teve como alvo Pernambuco, de onde estendeu-se por quase todo o Nordeste, chegando até o Rio Grande do Norte. Entre 1637 e 1645, o Brasil holandês foi governado pelo conde Maurício de Nassau, que realizou brilhante administração. Em 1645, os holandeses foram expulsos do Brasil, no episódio conhecido como insurreição pernambucana.
Expansão geográfica

Durante o século 16, foram organizadas algumas entradas, expedições armadas ao interior, de caráter geralmente oficial, em busca de metais preciosos. No século seguinte, expedições particulares, conhecidas como bandeiras, partiram especialmente de São Paulo, com três objetivos: a busca de índios para escravizar; a localização de agrupamentos de negros fugidos (quilombos), para destruí-los; e a procura de metais preciosos. As bandeiras de caça ao índio (Antônio Raposo Tavares, Sebastião e Manuel Preto) atingiram as margens do rio Paraguai, onde arrasaram as “reduções” (missões) jesuíticas. Em 1695, depois de quase um século de resistência, foi destruído Palmares, o mais célebre quilombo do Brasil, por tropas comandadas pelo bandeirante Domingos Jorge Velho.
Datam do final do século 17 as primeiras descobertas de jazidas auríferas no interior do território, nas chamadas Minas Gerais (Antônio Dias Adorno, Manuel de Borba Gato), em Goiás (Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera) e Mato Grosso (Pascoal Moreira Cabral), onde foram estabelecidas vilas e povoações. Mais tarde, foram encontrados diamantes em Minas Gerais. Um dos mais célebres bandeirantes foi Fernão Dias Pais, o caçador de esmeraldas.
Ao mesmo tempo que buscavam o oeste, os bandeirantes ultrapassaram a vertical de Tordesilhas, a linha imaginária que, desde 1494, separava as terras americanas pertencentes a Portugal e à Espanha, contribuindo para alargar o território brasileiro. As fronteiras ficaram demarcadas por meio da assinatura de vários tratados, dos quais o mais importante foi o de Madri, celebrado em 1750, e que praticamente deu ao Brasil os contornos atuais. Nas negociações com a Espanha, Alexandre de Gusmão defendeu o princípio do uti possidetis, o que assegurou a Portugal as terras já conquistadas e ocupadas
Mapa atual do Brasil.
27 unidades federativas. São 26 Estados e um Distrito Federal.

Resumo da história de Pernambuco
A História de Pernambuco é marcada por conflitos
entre indígenas e portugueses, dominação holandesa e até mesmo uma tentativa de
independência.
Indígenas
O território onde era povoado por diversas tribos indígenas como caetés,
cariris e tabajaras, dentre outras etnias. Cada uma tinha sua língua e costumes
e muitas vezes eram inimigas entre si. Este fato foi importante para os
europeus, pois estes faziam alianças com diversos povos indígenas a fim de
conquistar o território.
Colonização
Através do sistema de capitanias hereditárias, Duarte Coelho
tomou posse da Capitania de Pernambuco, chamada inicialmente de Capitania Nova
Lusitânia. Em 1535 foi fundado o povoado de Olinda e em 1537, esta passou a ser
Vila.
Igualmente, em 1537, foi fundada a cidade de Recife.
Nem todas as Capitanias Hereditárias foram bem-sucedidas, mas graças ao
cultivo da cana-de-açúcar, a Capitania de Pernambuco prosperou.
A princípio, os portugueses utilizaram a mão de obra escrava indígena na
lavoura da cana.
No entanto, os senhores de engenho passam a usar escravos negros nas
plantações, devido ao lucrativo comércio de escravos com as colônias
portuguesas na África.
Captura de Recife
Já no final do século 16, a Capitania de Pernambuco se tornara uma das
mais ricas da colônia. Este fato atraiu a atenção de ingleses, holandeses e
franceses que organizaram expedições para tomar a então capital, Olinda.
Importante lembrar que, nesta época, Portugal estava unido à Espanha, no que chamamos de União Ibérica. Por sua vez, a Espanha estava em guerra com a Inglaterra e a Holanda.
Assim, tanto fazia invadir Olinda como Sevilha. Os ingleses, aliados com os holandeses, tomaram Recife em 1595 e levaram vários produtos valiosos como o açúcar, madeiras e algodão.
A partir daí, a Capitania organizou duas companhias para a defesa de Recife e de Olinda.
Importante lembrar que, nesta época, Portugal estava unido à Espanha, no que chamamos de União Ibérica. Por sua vez, a Espanha estava em guerra com a Inglaterra e a Holanda.
Assim, tanto fazia invadir Olinda como Sevilha. Os ingleses, aliados com os holandeses, tomaram Recife em 1595 e levaram vários produtos valiosos como o açúcar, madeiras e algodão.
A partir daí, a Capitania organizou duas companhias para a defesa de Recife e de Olinda.
Ocupação Holandesa (1630-1645)
A invasão holandes tem início na Bahia em
1624. Foram expulsos da capital graças à ação de uma armada luso-espanhola um
ano depois.
No entanto, voltariam à carga para conquistar um pedaço do comércio açucareiro
invadindo Recife e Olinda, em 1630.
Apesar dos ferozes combates – Olinda foi incendiada – os holandeses se
estabeleceram naquelas terras até a eclosão da Insurreição Pernambucana em
1645.
Guerra dos Mascates
A Guerra dos Mascates ocorreu entre 1710 e
1711 entre os senhores de engenho concentrados em Olinda e comerciantes
portugueses que viviam em Recife.
Muitos historiadores apontam esta guerra como a primeira rebelião de
caráter nativista do Brasil. Afinal, o conflito colocou em lados contrários a
elite branca já nascida no Brasil e os portugueses recém-chegados da metrópole.
Confederação dos Cariris
A Confederação dos Cariris ou Guerra do Bárbaros foi uma série de
batalhas ocorridas entre os anos de 1683 a 1713.
Após a expulsão dos holandeses, os colonizadores portugueses continuaram
se expandir em direção ao sertão nordestino. Buscavam aumentar as lavouras de
açúcar e algodão, além do pasto para o gado.
No entanto, algumas tribos indígenas como os Cariris, Crateús e Cariús,
se uniram e passaram atacar as fazendas.
Com o objetivo de derrotá-los, os proprietários nordestinos tiveram que
trazer bandeirantes paulistas para combatê-los. A Confederação dos Cariris
terminou somente em 1713 quando os últimos focos de resistência foram
exterminados no Ceará.
Revolução Pernambucana - 1817
Na primeira metade do século 19, vários territórios americanos se
rebelam contra a dominação europeia.
Desta maneira, inspirados pelas ideias iluministas e pela Independência
dos Estados Unidos, um grupo de insurgentes planeja a emancipação da agora
província de Pernambuco.
Vitoriosos num primeiro momento, os participantes conseguiram instaurar
um governo provisório republicano, estabelecer a liberdade de culto e de
imprensa.
Foram duramente reprimidos pelas tropas enviadas por Dom João VI. Como
punição, quatro participantes foram executados e o território de Alagoas passou
a ser uma província independente.
Confederação do Equador – 1824
A Confederação do Equador foi uma revolta
de caráter separatista e republicano ocorrida em Pernambuco em 1824. Ela deve
ser entendida dentro do contexto do Primeiro Reinado, quando governava Dom
Pedro I.
O Imperador havia convocado uma Assembleia Constituinte que elaborasse a
Carta Magna do novo país. Porém, insatisfeito com o resultado, resolve
dissolvê-la e outorga uma Constituição de tônica centralizadora.
A Confederação do Equador foi duramente reprimida pelas tropas imperais
que atacam o Recife. Alguns dos seus líderes, como Frei Caneca, são executados.
Revolução Praieira – 1848
A Revolução Praieira um movimento de
caráter liberal. Defendia a liberdade de imprensa, a nacionalização do comércio
varejista e o fim do Poder Moderador.
Os protestos começaram na sede do jornal Diário Novo, localizada na Rua
da Praia, e seus integrantes eram conhecidos como "praieiros". O
combate começou em Recife, mas logo se espalhou pela Zona da Mata pernambucana.
A rebelião só teria fim dois anos mais tarde com a intervenção imperial.
Vários dos seus líderes foram anistiados.
Curiosidades
No Recife se estabeleceu a primeira sinagoga das Américas, em 1630.
A bandeira do estado de Pernambuco é a mesma utilizada pelos insurgentes
da Revolução de 1817.
Olinda foi a segunda cidade brasileira declarada Patrimônio da
Humanidade em 1982. A primeira foi Ouro Preto-MG.
Localização de Pernambuco no Mapa do Brasil
Resumo da história do município de Ipoja onde está localizada a praia de Cupe.
Ipojuca é um município brasileiro do estado de Pernambuco. Neste município localizado o porto d e Suape. É um dos municípios integrantes da Região Metropolitana de Recife. Distando cerca de 43 quilômetros ao sul da capital pernambucana. De acordo com a estimativa populacional do ano de 2013, divulgada pelo IBGE, a sua população total era de 87 926 habitantes,
A sede do município tem uma temperatura média anual de 24,5 °C, sendo sua vegetação nativa composta por mata atlântica possuindo vastos manguezais] Aproximadamente 74,06 % da população ipojucana vive no perímetro urbano ]dispondo de 29 estabelecimentos de saúde, segundo dados do IBGE, tendo como referência o ano de 2010. 0, o índice de desenvolvimento humano (IDH-M) municipal foi de 0,619, considerado médio e abaixo da média estadual.
A ocupação do atual território é bastante antiga, ocorrendo sobretudo após a doação de sesmarias. Os primeiros colonos a se estabelecerem após a expulsão dos índios caetés do sul de Pernambuco foram as famílias: Amaro, Lacerda, Cavalcanti, Rolim, Moura e Accioly. O desenvolvimento da monocultura da cana-de-acúcar se deu pela fertilidade do solo massapê predominante no município e da existência de dois portos naturais: Suape e Porto de Galinhas.
O município se destaca por possuir o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco, impulsionado principalmente pelo turismo no seu litoral, com praias internacionalmente conhecidas,
Porto de Galinhas, Muro Alto, Maracaípe e Serrambi. Detém o quarto maior PIB industrial do estado. Ainda possui um dos principais portos público do nordeste e um dos mais tecnicamente avançado do país que é o porto de Suape. No município está localizado o estaleiro Atlântico Sul um dos maiores do hemisfério Sul pela construção de navios petroleiros, gaseiros, conteineres, de perfuração e plataformas offshore. Ipojuca ainda abriga o complexo portuário de Abreu e Lima onde está a refinaria do mesmo nome.que processa petróleo pesado transformando-o majoritariamente em diesel e nafta petroquímica, ambos com propriedades de baixa emissão de enxofre na atmosfera. Além desses produtos a refinaria também produz GLP (gás liquefeito do petróleo), óleo combustível e coque, entregando seus produtos regionalmente e para outras regiões do país por meio de cabotagem pelo Porto de Suape, por onde também saem cargas da refinaria para exportação. Atualmente a refinaria se notabiliza por ter a maior producao de diesel S10 do país. Sedia a Petroquímica Suape, responsável pela principal produção de resinas PET e ácido terefitálico purificado (PTA) do país, além de ser o mais importante pólo integrado de produção de polímeros e filamentos de poliéster da América Latina.
Localização da praia de Cupe no mapa de Pernambuco
A praia de Cupe fica no Município de Ipojuca no Estado de Pernambuco, Brasil. Da praia de Cupe à Prefeitura são 25,7 quilômetros que podem ser percorridos em 25 minutos em veículo automotor.
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